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Marxismo libertário: O retorno dos filósofos comunistas

Posted by Liberdade Aqui! em 10/08/2012

Do Outras Palavras

O retorno dos filósofos comunistas

BY 

SANTIAGO ZABALA

 – 30/07/2012POSTED IN: ALTERNATIVASDESTAQUESPÓS-CAPITALISMO

Empobrecimento, desigualdade e declínio das velhas democracias estão levando pensadores a dialogar com face anti-estatista, radical e libertária do marxismo 

Por Santiago Zabala, na Al Jazeera | Tradução: Vila Vudu

Ler Marx e escrever sobre Marx não faz de ninguém comunista, mas a evidência de que tantos importantes filósofos estão reavaliando as ideias de Marx com certeza significa alguma coisa. Depois da crise econômica global que começou no outono [nórdico] de 2008, voltaram a aparecer nas livrarias novas edições de textos de Marx, além de introduções, biografias e novas interpretações do mestre alemão.

Por mais que essa ressurreição [2] tenha sido provocada pelo derretimento financeiro global, para o qual não faltou a empenhada colaboração de governos democráticos na Europa e nos EUA, esse ressurgimento [3] de Marx entre os filósofos não é consequência nem simples nem óbvia, como creem alguns. Afinal, já no início dos anos 1990s, Jacques Derrida [4], importante filósofo francês, previu que o mundo procuraria Marx novamente. A previsão certeira apareceu na resposta que Derrida escreveu a uma autoproclamada “vitória neoliberal” e ao “fim da história” inventados por Francis Fukuyama.

Contra as previsões de Fukuyama, o movimento Occupy e a Primavera Árabe demonstraram que a história já caminha por novos tempos e vias, indiferente aos paradigmas econômicos e geopolíticos sob os quais vivemos. Vários importantes pensadores comunistas (Judith Balso, Bruno Bosteels, Susan Buck-Mors, Jodi Dean, Terry Eagleton, Jean-Luc Nancy, Jacques Rancière, dentre outros), dos quais Slavoj Zizek é o que mais aparece, já operam para ver e mostrar como esses novos tempos são descritos em termos comunistas, quer dizer, como alternativa radical.

O movimento acontece não só em conferências de repercussão planetária em Londres [5], Paris [6], Berlin [7] e New York [8] (com participação de milhares de professores, alunos e ativistas) mas também na edição de livros que se convertem em best-sellers globais como Império [9] de Toni Negri e Michael Hardt, A Hipótese Comunista [10] de Alain Badiou e Ecce Comu [11] de Gianni Vattimo, dentre outros. Embora nem todos esses filósofos apresentem-se como comunistas – não, com certeza, como o mesmo tipo de comunista –, a evidência de que o pensamento comunista está no centro de seu trabalho intelectual autoriza a perguntar por que há hoje tantos filósofos comunistas tão ativos.

A ressurgência do marxismo

Evidentemente, nessas conferências e nesses livros, o comunismo não é proposto como programa para partidos políticos, para que reproduzam regimes historicamente superados; é proposto como resposta existencial à atual catástrofe neoliberal global.

A correlação entre existência e filosofia é constitutiva, não só da maioria das tradições filosóficas, mas também das tradições políticas, no que tenham a ver com a responsabilidade sobre o bem-estar existencial dos seres humanos. Afinal, a política não é apenas instrumento posto a serviço da vida burocrática diária dos governos. Mais importante do que isso, a política existe para oferecer guia confiável rumo a uma existência mais plena. Mas quando essa e outras obrigações da política deixam de ser cumpridas pelos políticos profissionais, os filósofos tendem a tornar-se mais existenciais, vale dizer, tendem a questionar a realidade e a propor alternativas.

Foi o que aconteceu no início do século 20, quando Oswald Spengler, Karl Popper e outros filósofos começaram a chamar a atenção para os perigos da racionalização cega de todos os campos da atividade humana e de uma industrialização sem limites em todo o planeta. Mas a política, em vez de resistir à industrialização do homem e da vida humana, limitou-se a seguir uma mesma lógica industrial. As consequências foram devastadoras, como todos já sabemos.

Hoje, as coisas não são essencialmente diferentes, se se consideram os efeitos igualmente calamitosos do neoliberalismo. Apesar do discurso triunfalista do neoliberalismo, a crise das finanças globais neoliberais do início do século 21 serviu para mostrar que nunca as diferenças de bem-estar material foram maiores ou mais claras que hoje: 25 milhões de pessoas passam a viver, a cada ano, em favelas urbanas; e a devastação dos recursos naturais do planeta já provoca efeitos assustadores em todo o mundo, tão devastadores que, em alguns casos, já não há remédio possível.

Por isso tudo, relatório recente do ministério da Defesa da Grã-Bretanha [12] previa, além de uma ressurgência de “ideologias anticapitalistas, possivelmente associadas movimentos religiosos, anarquistas ou nihilistas, também movimentos associados ao populismo; além do renascimento do marxismo”. Essa ressurgência do marxismo é consequência direta da aniquilação das condições de existência humana resultantes do capitalismo neoliberal como o conhecemos.

O que é “comunismo”?

Por mais que a palavra “comunista” tenha adquirido inumeráveis significados distintos, ao longo da história, na opinião pública atual ela significa uma relíquia do passado e é associada a um sistema político cujos componentes culturais, sociais e econômicos são todos controlados pelo estado.

Por mais que talvez seja o caso na China, Vietnã ou Coreia do Norte, para a maioria dos filósofos e pensadores contemporâneos esse significado é insuficiente, está superado, é efeito de propaganda maciça e, sobretudo, é diariamente desmentido pela evidência de que o mundo não estaria vivendo uma “ressurgência” do marxismo, se o comunismo marxista fosse apenas isso.

Como diz Zizek, o comunismo de estado não funcionou, não por fracasso do comunismo, mas por causa do fracasso das políticas antiestatizantes: porque não se conseguiu quebrar as limitações que o estado impôs ao comunismo, porque não se substituíram as formas de organização do estado por forma ‘diretas’ não representativas de auto-organização social.”

O comunismo, como ideário antiestatizante das oportunidades realmente iguais para todos, é hoje a melhor hipótese, ideia e guia  para os movimentos políticos libertários antipoder, como os que nasceram dos protestos em Seattle (1999), Cochabamba (2000) e Barcelona (2011).

Por mais que esses movimentos lutem em nome de causas e valores específicos e diferentes entre si (contra a globalização econômica desigualitária, contra a privatização da água, contra políticas financeiras danosas), todos lutam contra o mesmo adversário: o sistema de distribuição não igualitária da propriedade, em democracias organizadas pelos princípios impositivos do capitalismo.

Como o demonstram a pobreza sempre crescente e o inchaço das favelas, este modelo deixou para trás todos os que não foram “bem-sucedidos” segundo suas regras, produzindo novos comunistas.

Comunismo e democracia

Em resumo, enquanto Negri e Hardt [13] buscam no “comum” (quer dizer, nos modos pelos quais a propriedade pública imaterial pode ser propriedade dos muitos), e Badiou busca nas insurreições (em ações como a da Comuna de Paris) [14], a possibilidade de se alcançarem “formas de auto-organização” não estatais, quer dizer, a possibilidade de formas comunistas, Vattimo (e eu) [15] sugerimos que todos examinemos os novos líderes democraticamente eleitos na Venezuela, Bolívia e outros países latino-americanos.[16]

Se esses líderes conseguiram chegar ao governo e começar a construir políticas comunistas sem insurreições violentas, não foi por terem chegado ao mundo político armados por fortes conteúdos teóricos ou programáticos; mas por suas fraquezas.

Diferente da agenda pregada pelo “socialismo científico”, o comunismo “fraco” (também chamado “hermenêutico” [17]) abraçou não só a causa ecológica [18] do de-crescimento, mas também a causa da decentralização do sistema burocrático estatal, de modo a permitir que se constituam conselhos independentes locais, que estimulam o envolvimento das comunidades.

Que ninguém se surpreenda se muitos outros filósofos, atraídos para o comunismo pelas ações e políticas de destruição da vida do neoliberalismo, também vislumbrarem a alternativa [19] que se constrói na América Latina. Especialmente, porque as nações latino-americanas demonstraram que os comunistas podem ter acesso ao poder também pelas vias formais da democracia.

* Santiago Zabala é pesquisador e professor de filosofia da Institució Catalana de Recerca i Estudis Avançats, ICREA[1], da Universidade de Barcelona. É autor, dentre outros trabalhos, de The Hermeneutic Nature of Analytic Philosophy (2008), The Remains of Being (2009), e, mais recentemente, com G. Vattimo, Hermeneutic Communism (2011), todos publicados pela Columbia University Press.

[9] Império, 2005, Rio de Janeiro: Ed. Record, 501 p.

[10] A hipótese comunista, 2012, São Paulo: Boitempo Editorial, 152 p.

[17] Hermenêutico: adj. Relativo à interpretação dos textos, do sentido das palavras. (…) 3) Rubrica: semiologia. Teoria, ciência voltada à interpretação dos signos e de seu valor simbólico. Obs.: cf. semiologia  4) Rubrica: termo jurídico. Conjunto de regras e princípios us. na interpretação do texto legal (…). Etimologia: gr. herméneutikê (sc. tékhné) ‘arte de interpretar’ < herméneutikós,ê,ón ’relativo a interpretação, próprio para fazer compreender’ [NTs, com verbete do Dicionário Houaiss, emhttp://houaiss.uol.com.br/busca.jhtm?verbete=hermen%EAutica&cod=101764]

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MUDANÇA DE ENDEREÇO

Posted by Liberdade Aqui! em 05/05/2012

NOSSO BLOG TEMPORARIAMENTE ESTARÁ AGORA APENAS NO BLOGSPOT, NO SEGUINTE ENDEREÇO:

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Uma economia a serviço da sociedade é, antes de tudo, uma economia que afirma positivamente a vida humana.

Posted by Liberdade Aqui! em 29/04/2012

27.04.12 – Mundo
Do Portal Adital

A melhor economia é a que funciona

Marcus Eduardo de Oliveira
Economista brasileiro, especialista em Política Internacional. Articulista do site “O Economista”, do Portal EcoDebate e da Agência Zwela de Notícias (Angola)

Adital
Qual é o melhor tipo de economia (ciência e atividade produtiva) que se conhece? A resposta a essa recorrente indagação é única: a melhor economia é a que funciona. No entanto, essa mesma pergunta permite desdobramentos: funciona para quem e de que forma? Uma economia só funciona a contento quando agrada a maioria. Agrada aos empresários se o tipo de economia praticada for capaz de apontar caminhos que levam a um retorno o mais rápido possível. Agrada ao governo quando a economia ajuda na reeleição ou quando o governante faz seu sucessor. Sim, não estranhe: a economia também é capaz de eleger ou derrotar eleitoralmente. E, por fim, agrada ao conjunto de pessoas quando a atividade econômica possibilita à maioria prosperar.

É certo, todavia, que os economistas, isolados em seus modelos matemáticos, não conseguem fazer com que as pessoas prosperem como num passe de mágica; mas, a economia que os economistas “desenham” pode ajudar cada um a encontrar um bom termo na vida. Logo, um tipo de economia que seja feita para servir a sociedade, obrigatoriamente, precisa então colocar as pessoas em primeiro lugar; e não há nada melhor para isso do que pôr em prática políticas econômicas que promovam a geração de emprego e facilitem a distribuição de renda. Parte daí a coerente e sensata afirmação do economista chileno Manfred Max-Neef que reitera em seus escritos que “a economia está para servir as pessoas e não as pessoas para servir a economia”.

A concretização dessas palavras nos parece ser o modelo ideal de economia a ser praticada caso queiramos desenhar um novo papel para uma ciência social que pode ajudar no progresso da humanidade a partir da melhora na vida de cada um. Para tanto, é imprescindível se pensar num novo jeito de fazer economia. Os processos econômicos -em suas diversas manifestações- não podem mais ser analisados e pensados apenas em termos estritamente econômicos. A frieza de raciocínio que marca, essencialmente, a economia envolvida em gráficos, taxas e indicadores matemáticos diversos, fazendo subir e descer o ambiente monetário-financeiro frente a qualquer espirro diferente dos mercados, precisa ser pensada sob outras escalas: principalmente sob a perspectiva de valorizar o ser humano e não o dinheiro; é a pessoa que tem (e deve ter) valor, e não a mercadoria. Não nos esqueçamos, para tanto, que o objetivo central da economia -para desespero de alguns tradicionais- não é o dinheiro, mas sim as pessoas; não é o mercado e nem a mercadoria, mas sim os desejos e incentivos de cada um de nós.

O interesse que deve nortear essa ciência tipicamente de cunho social é o indivíduo e não o acúmulo mercantil. É por isso que as questões sociais devem permear o universo da ciência econômica. Antes de existir o dinheiro, já existia a vida; já existiam necessidades sociais, já existiam seres humanos desejosos em prosperar. Nada mais justo então que a economia, enquanto disciplina social se coloque no nobre intento de atender as necessidades humanas. Quais necessidades? Essas são conhecidas: ser, ter, estar e fazer. São esses parâmetros que cabe à economia lidar estabelecendo seus trade-offs peculiares; afinal, deve-se fazer o melhor possível -para todos- visando atender essas necessidades de preferência no menor tempo possível.

A propósito, o tempo -entendido aqui como uma variável- é muito valioso para o bom desempenho da economia. A razão? Tudo parece apontar para as realizações em curto prazo. Talvez tenha sido por isso que o economista mais brilhante da segunda metade do século XX -John M. Keynes- tenha dito que “no longo prazo todos estaremos mortos”. A economia precisa responder de imediato aos interesses da sociedade. Com isso, Keynes talvez tenha desejado chamar a atenção para a necessidade de se fazer uma economia capaz de suprir as necessidades humanas. Em matéria de economia, esperar pelo amanhã nem sempre é a melhor decisão; principalmente quando essas decisões envolvem aquilo de mais valioso que se conhece: a vida humana. Definitivamente, uma economia a serviço da sociedade é, antes de tudo, uma economia que afirma positivamente a vida humana. Disso não tenhamos dúvidas.

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10ª SESSÃO DO FÓRUM PERMANENTE DE CONTROLE DO FUNDEB: SEGUNDO DIA DIA

Posted by Liberdade Aqui! em 20/04/2012

Da APP Sindicato- NS de Cornélio Procópio

Atividade tem como objetivo aprofundar debate 
sobre a fiscalização das verbas públicas

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10ª Sessão do Fórum do Fundeb acontece em Cornélio Procópio: primeiro dia de trabalhos

Posted by Liberdade Aqui! em 20/04/2012

PRIMEIRO DIA DE TRABALHOS DA 10ª SESSÃO DO FÓRUM PERMANENTE DE CONTROLE DO FUNDEB

APP – Sindicato NS Cornélio Procópio

10ª Sessão do Fórum do Fundeb acontece em Cornélio Procópio

Atividade tem como objetivo aprofundar debate 
sobre a fiscalização das verbas públicas
Começou hoje, 19/04, a 10ª Sessão do Fórum Permanente de Controle e Fiscalização do Fundeb na cidade de Cornélio Procópio. Criado em maio de 2004, o Fórum reúne entre seus parceiros a APP-Sindicato, o Ministério Público Estadual (MPE), o Tribunal de Contas do Estado (TCE), os mandatos dos deputados estaduais Tadeu Veneri e Professor Lemos, além de entidades ligadas à educação.

“O objetivo do Fórum é a fiscalização das receitas da educação através dos espaços constituídos democraticamente, em especial os conselhos”, explica o secretário de Municipais da APP, professor Edilson Aparecido de Paula. De acordo com ele, os debates auxiliam no fornecimento de mecanismos aos conselheiros do Fundeb para o acompanhamento eficiente da aplicação dos recursos.
A palestra inicial, de análise de conjuntura, foi proferida pelo professor mestre em Educação pela UFPR, Avany Mastey. A palestra da tarde, neste primeiro dia, foi sobre o tema ‘Carreira e financiamento da educação’, e ficou a cargo do vice-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Milton Canuto de Almeida.
Amanhã, 20/04, no segundo dia, as duas palestras enfocarão o controle e fiscalização dos recursos do Fundo.
As atividade estão acorrendo no Country Club de Cornélio Procópio, um espaço muito acolhedor, localizado na avenida Alberto Carazzai, nº 230, no centro da cidade.

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10ª SESSÃO DO FÓRUM PERMANENTE DO FUNDEB.

Posted by Liberdade Aqui! em 12/04/2012

Do blog da APP – N.S. Cornélio Procópio

FÓRUM PERMANENTE DO FUNDEB EM CORNÉLIO PROCÓPIO

DIAS 19 E 20 DE ABRIL DE 2012 ACONTECERÁ EM CORNÉLIO PROCÓPIO A
10ª SESSÃO DO FÓRUM PERMANENTE DO FUNDEB. 
VENHA PARTICIPAR CONOSCO DESTE IMPORTANTÍSSIMO EVENTO.

LOCAL: Country Club de Cornélio Procópio
Avenida Alberto Carazzai, 230 – Centro
Cornélio Procópio – PR

INSCRIÇÕES GRATUITAS
Depto Mun. de Educação de Cornélio Procópio Rua
Alberto Carazzai, 1614-Centro
Fone: (43) 3904-1090
APP Sindicato Cornélio Procópio
Rua Paraíba, 292- Fone: (43) 35242240
 
PROGRAMAÇÃO  10ª SESSÃO

19 de abril
08:00 – Credenciamento
08:30 – Cerimônia de Abertura
10:00 – Intervalo
10:15 – Início dos trabalhos
10:30 – PALESTRA: ANÁLISE DE CONJUNTURA
AVANIR MASTEY
Licenciatura em Filosofia e História, Especialista em História e Filosofia da Ciência, Mestre em Educação pela UFPR e Pesquisador do CNPq – Centro Nacional de Pesquisa e Extenção
12:00 -Debate
12:30 – Almoço
14:00 – PALESTRA: CARREIRA E FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO
MILTON CANUTO DE ALMEIDA
Consultor Técnico em: Financiamento, Planejamento e Gestão da Educação, Plano de Carreira e Previdência Pública, Especialista em Direito Educacional e Vice-Presidente da CNTE
15:45 – Intervalo
16:00 – Debate
17:00 – Encerramento
20 de abril
09:00 – PALESTRA: CONTROLE E FISCALIZAÇÃO DO FUNDEB E DEMAIS RECURSOS DA EDUCAÇÃO.
CENTRO DE APOIO OPERACIONAL ÀS PROMOTORIAS DE PROTEÇÃO
À EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO PARANÁ
10:30 – Intervalo 
11:00 – Debate 
12:30 – Almoço
14:00 – PALESTRA: CONTROLE E FISCALIZAÇÃO DO FUNDEB
TRIBUNAL DE CONTAS DO PARANÁ
15:00 – Plenária Geral e encerramento

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“Lá, como cá, o império absolutista da finanças, dono do poder de vida e de morte é o impiedoso algoz de sonhos e vidas infantis.”

Posted by Liberdade Aqui! em 08/04/2012

Via Tijolaço

Para quem acha que trabalho infantil é coisa de “povinho atrasado”, de Terceiro Mundo, culpa de pais que exploram seus próprios filhos, uma prova de que, na “liberdade absoluta de mercado”, não importa se na Europa, na Ásia ou na América Latina, é o empobrecimento que leva à barbárie.
A repórter Cécile Allegra, do Le Monde, conta a história de Gennaro, um garoto napolitano que acaba de completar 14 anos. Uma história que nossos jornais, sempre tão pródigos em mostrar como nossa miséria repercute no mundo europeu, deixou passar, embora forte e emocionante, um retrato de que não é nossa mestiçagem, nem nosso caráter, nem nossa natureza o que nos atira ao atraso.

É a pobreza.

Gennaro foi contratado por uma mercearia. Seis dias por semana, dez horas por dia, arruma prateleiras, descarrega caixas e entrega compras no bairro.
Gennaro sonhava ser informático, mas é moço de recados numa loja, a profissão mais comum entre as crianças trabalhadoras de Nápoles. Trabalha ilegalmente, por menos de um euro a hora, e ganha, no máximo, 50 euros por semana.
Paola Rescigno, a mãe de Gennaro, nunca imaginou que um dia tivesse de o privar da escola. Durante 20 anos viveu com o marido numa casinha de 35 m2, num pátio do bairro de San Lorenzo, o mais sombrio do centro da cidade.
Depois, o marido morreu, vítima de um cancro fulminante. Agora, Paola Rescigno vive de biscates. Organizou uma míni empresa de limpeza de imóveis e partilha o trabalho com as outras desempregadas do bairro. Ganha 45 cêntimos de euro por hora, 35 euros por semana, menos do que o salário do filho.
É ela quem, todos os dias, muito cedo, acorda Gennaro para que o rapaz chegue a tempo na mercearia. A filha mais nova tem seis anos, por isso, teve de escolher: “Não tinha dinheiro para pagar os livros dos dois. Por isso, ou era um, ou outro.” Em cima da mesa da cozinha está um “pão de oito dias”, uma bola de centeio com três quilos, que se conserva durante muito tempo e custa apenas cinco euros.

Gennaro é uma das 45 mil crianças em toda a Campânia, a região de Nápoles, deixaram a escola pelo trabalho, quase 40% delas com menos de 13 anos. Em 2010, o Estado cortou o subsídio – uma espécie de “bolsa-família” dado aos mais pobres. E o trabalho infantil, que parecia quase abolido, retornou com toda força.  Como Gennaro, trabalham dez, doze horas por dia, ilegalmente, com salários muito menores.

“Moços de recados em lojas, empregados de café, entregadores de compras, aprendizes de cabeleireiro, ajudantes nas fábricas de curtumes do interior e nas marroquinarias (oficinas de couro) das grandes marcas, “paus para a toda a obra” nos mercados, estão por todo o lado, visíveis, a trabalhar à luz do dia, perante uma indiferença quase geral.”

A miséria devolveu, como nos anos do pós guerra, a infância à Camorra, a Máfia napolitanaPasquale, de 11 anos, poderia bem ser um garoto brasileiro, destes que a nossa direita quer ver chacinados ou mandado para depósitos de lixo humano:

(…)este rapazinho de 1,30 metros, com a cara semeada de sardas, descarregava caixas num supermercado. À noite, ia roubar cobre para as lixeiras e para os armazéns de Trenitalia. “Pegas no fio, queimas assim, depois cortas para fazer uma bola”, explica ele, todo vaidoso.

Mostra-se um pouco preocupado: “Sobretudo, não digas à minha mãe que eu tenho uma faca, hein!”. No bairro da Barra, o cobre e o alumínio são negociadosno mercado negro a 20 euros o quilo. E o tráfico é o negócio das crianças. Quando se lhe pergunta o que quer fazer quando for grande, Pasquale, de repente, fica mudo. Depois choraminga: “Vou fazer o que puder”.

Esta é a tradução humana da crise financeira, do atolamento dos Estados nacionais europeus em dívidas contraídas para que o capital financeiro, os investidores, não passem nem de longe pelo que passam Gennaro e Pasquale. Eles não desestabilizam as bolsas, não participam das cúpulas da Zona do Euro, não especulam no mercado.

Apenas incineram suas infâncias em nome da “sanidade das finanças”.

Chocam, talvez, porque se chamam Gennaro e Pasquale, e não José e João. E vivem em Nápoles,não numa periferia brasileira.

Lá, como cá, o império absolutista da finanças, dono do poder de vida e de morte é o impiedoso algoz de sonhos e vidas infantis.

E ainda chamam de deus ao “mercado”!

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A ASSOCIAÇÃO DA VELHA MÍDIA (PiG) COM O CRIME

Posted by Liberdade Aqui! em 24/03/2012

DO PORTAL NASSIF

A associação da mídia com o crime

Enviado por luisnassif, sab, 24/03/2012 – Autor:  

Está na hora de se começar a investigar mais a fundo a associação da Veja com o crime organizado. Não é mais possível que as instituições neste país – Judiciário, Ministério Público – ignorem os fatos que ocorreram.

Está comprovado que a revista tinha parceria com Carlinhos Cachoeira e Demóstenes. É quase impossível que ignorasse o relacionamento entre ambos – Demóstenes e Cachoeira.

No entanto, valeu-se dos serviços de ambos para interferir em inquéritos policiais (Satiagraha), para consolidar quadrilhas nos Correios, para criar matérias falsas (grampo sem áudio).

Até que a Polícia Federal começasse a vazar peças do inquérito, incriminando Demóstenes, a posição da revista foi de defesa intransigente do senador (clique aqui), através dos mesmos blogueiros das quais se valeu para tentar derrubar a Satiagraha.

Aproveitando a falta de coragem do Judiciário, arvorou-se em criadora de reputações, em pauteira do que deve ser denunciado, em algoz dos seus inimigos, valendo-se dos métodos criminosos de aliados como Cachoeira. Paira acima do bem e do mal, um acinte às instituições democráticas do país, que curvam-se ao seu poder.

O esquema Veja-Cachoeira-Demóstenes foi um jogo criminoso, um atentado às instituições democráticas. Um criminoso – Cachoeira – bancava a eleição de um senador. A revista tratava de catapultá-lo como reserva moral, conferindo-lhe um poder político desproporcional, meramente abrindo espaço para matérias laudatórias sobre seu comportamento. E, juntos, montavam jogadas, armações jornalísticas de interesse de ambos: do criminoso, para alijar inimigos, da revista para impor seu poder e vender mais.

Para se proteger contra denúncias, a revista se escondeu atrás de um macartismo ignóbil, conforme denunciei em “O caso de Veja”.

Manteve a defesa de Demóstenes até poucas semanas atrás, na esperança de que a Operação Monte Carlo não conseguisse alcança-lo (clique aqui). Apenas agora, quando é desvendada a associação criminosa entre Cachoeira e Demóstenes, é que resolve lançar seus antigos parceiros ao mar.

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Reacionários: medíocres e perigosos

Posted by Liberdade Aqui! em 23/03/2012

Via Conversa Afiada

Perfil de um reacionário. 
Você conhece algum ?

Saiu no site da Carta Capital:

Medíocres e perigosos

O reacionário é, antes de tudo, um fraco. Um fraco que conserva ideias como quem coleciona tampinhas de refrigerante ou maços de cigarro – tudo o que consegue juntar mas só têm utilidade para ele. Nasce e cresce em extremos: ou da falta de atenção ou do excesso de cuidados. E vive com a certeza de que o mundo fora da bolha onde lacrou seu refúgio é um mundo de perigos, pronto para tirar dele o que acumulou em suposta dignidade.

Como tem medo de tudo, vive amargurado, lamentando que jamais estenderam um tapete à sua passagem. Conserva uma vida medíocre, ele e suas concepções e nojos do mundo que o cerca. Como tem medo, não anda na rua com receio de alguém levar muito do pouco que tem (nem sempre o reacionário é um quatrocentão). Por isso, só frequenta lugares em que se sente seguro, onde ninguém vai ameaçar, desobedecer ou contradizer suas verdades. Nem dizer que precisa relaxar, levar as coisas menos a sério ou ver graça na leveza das coisas. O reacionário leva a sério a ideia de que é um vencedor.

A maioria passou a vida toda tendo tudo aos alcance – da empregada que esquentava o leite no copo favorito aos pais que viam uma obra de arte em cada rabisco em folha de sulfite que ele fazia – cultivou uma dificuldade doentia em se ver num mundo de aptidões diversas. Outros cresceram em meios mais abastados – e bastou angariar postos na escala social para cuspir nos hábitos de colegas de velhos andares. Quem não chegou onde chegaram – sozinhos, frise-se – não merece respeito.

Rico, ex-pobre e falidos, não importa: o reacionário ideial enxerga em tudo o que é diferente um potencial de destruição Por isso se tranca e pede para não ser perturbado no próprio mundo. Porque tudo perturba: o presidente da República quer seu voto e seus impostos; os parlamentares querem fazê-lo de otário; os juízes estão doidos para tirar os direitos acumulados; a universidade é financiada (por ele, lógico) para propagar ideias absurdas sobre ideais que despreza; o vizinho está sempre de olho na sua esposa, em seu carro, em sua piscina. Mesmo os cadeados, portões de aço, sistemas de monitoramento, paredes e vidros anti-bala não angariam de todo a sua confiança. O mundo está cheio de presidiários com indulto debaixo do braço para visitar seus familiares e ameaçar os nossos (porque os nossos nunca vão presos, mesmo quando botam fogo em índios, mendigos, prostitutas e ciclistas; índios, mendigos, prostitutas e ciclistas estão aí para isso, quem mandou sair de casa e poluir nosso caminho de volta ao lar).

Como não conhece o mundo afora, a não ser nas viagens programadas em pacotes que garantem o translado até o hotel, e despreza as ideias que não são suas (aquelas que recebeu de pronto dos pais e o ensinaram a trabalhar, vencer e selecionar o que é útil e o que é supérfluo), tudo o que é novo soa ameaçador. O mundo muda, mas ele não: ele não sabe que é infeliz porque para ele só o que não é ele, e os seus, são lamentáveis.

Muitas vezes o reacionário se torna pai e aprende, na marra, o conceito de família. Às vezes vai à igreja e pede paz, amor, saúde aos seus. Aos seus. Vê nos filhos a extensão das próprias virtudes, e por isso os protege: não permite que brinquem com os meninos da rua nem que tenham contato com ideias que os retirem da sua órbita. O índice de infarto entre os reacionários é maior quando o filho traz uma camisa do Che Guevara para casa ou a filha começa a ouvir axé e namorar o vocalista da banda (se ele for negro o infarto é fulminante).

Mas a vida é repleta de frestas, e o tempo todo estamos testando as mais firmes das convicções. Mas ele não quer testá-las: quer mantê-las. Por isso as mudanças lhe causam urticárias.

Nos anos 70, vivia com medo dos hippies que ousavam dizer que o amor não precisava de amarras. Eram vagabundos e irresponsáveis, pensava ele, em sua sobriedade.

Depois vieram os punks, os excluídos de aglomerações urbanas desajeitadas, os militantes a pedir o alargamento das liberdades civis e sociais. Para o reacionário, nada daquilo faz sentido, porque ninguém estudou como ele, ninguém acumulou bens e verdades como ele e, portanto, seria muito injusto que ele e o garçom (que ele adora chamar de incompetente) tivessem o mesmo peso numa urna, o mesmo direito num guichê de aeroporto, o mesmo assento na mesa de fast food.

Para não dividir espaços cativos, frutos de séculos de exclusão que ele não reconhece, eleva o tom sobre tudo o que está errado. Sabendo de seus medos e planos de papel, revistas, rádios, televisão, padres, pastores e professores fazem a festa: basta colocar uma chamada alarmista (“Por que você trabalha tanto e o País cresce tão pouco?”) ou música de suspense nas cenas de violência (descontrolada!) na tevê para que ele se trema todo e se prepare para o Armagedoon. Como bicho assustado, volta para a caixinha e fica mirabolando planos para garantir mais segurança aos seus. Tudo o que vê, lê e ouve o convence de que tudo é um perigo, tudo é decadente, tudo é importante, tudo é indigno. Por isso não se deve medir esforços para defender suas conquistas morais e materiais.

E ele só se sente seguro quando imagina que pode eliminar o outro.

Primeiro, pelo discurso. No começo, diz que não gosta desse povinho que veio ao seu estado rico tirar espaço dos seus. Vive lembrando que trabalha mais e paga mais impostos que a massa que agora agora quer construir casas em seu bairro, frequentar os clubes e shoppings antes só repletos de suas réplicas. Para ele, qualquer barberagem no trânsito é coisa da maldita inclusão, aqueles bárbaros que hoje tiram carta de habilitação e ainda penduram diplomas universitários nas paredes. No tempo dele, sim, é que era bom: a escola pública funcionava (para ele), o policial não se corrompia (sobre ele), o político não loteava a administração (não com pessoas que não eram ele).

Há que se entender a dor do sujeito. Ele recebeu um mundo pronto, mas que não estava acabado. E as coisas mudaram, apesar de seu esforço e sua indignação.

Ele não sabe, mas basta ter dois neurônios para rebater com um sopro qualquer ideia que ele tenha sobre os problemas e soluções para o mundo – que está, mas ele não vê, muito além de um simples umbigo. Mas o reacionário não ouve: os ignorantes são os outros: os gays que colocam em risco a continuidade da espécie, as vagabundas que já não respeitam a ordem dos pais e maridos, os estudantes que pedem a extensão de direitos (e não sabem como é duro pegar na enxada), os maconheiros que não estão necessariamente a fim de contribuir para o progresso da nação, os sem-terra que não querem trabalhar, o governante que agora vem com esse papo de distribuir esmola, combater preconceitos inexistentes (“nada contra, mas eles que se livrem da própria herança”), os países vizinhos que mandam rebas para emporcalhar suas ruas.

O mundo ideal, para o reacionário, é um mundo estático: no fundo, ele não se importa em pagar impostos, desde que não o incomodem. Como muitos não o levam a sério, os reacionários se agrupam. Lotam restaurantes, condomínios e associações de bairro com seus pares, e passam a praguejar contra tudo.

Quando as queixas não são mais suficientes, eles juntam as suas solidões e ódio à coletividade (ironia) e se organizam. Juntos, eles identificam e escolhem os porta-vozes de suas paúras em debates nacionais. Seus representantes, sabendo como agradar à plateia, são eleitos como guardiões na moralidade. Sobem a tribunas para condenar a perversidão, o aborto, a bebida alcoolica, a vida ao ar livre, as roupas nas escolas. Às vezes são hilários, às vezes incomodam.

Mas, quando o reacionário se vê como uma voz inexpressiva entre os grupos que deveriam representá-lo, bota para fora sua paranóia e pragueja contra o sistema democrático (às vezes com o argumento de que o sistema é antidemocrático). E se arma. Como o caldo cultural legitima seu discurso e sua paranoia, ele passa a defender crimes para evitar outros crimes – nos Estados Unidos, alvejam imigrantes na fronteira, na Europa, arrebentam árabes e latinos, na Candelária, encomendam chacinas e, em QGs anônimos, planejam ataques contra universitários de Brasília que propagam imoralidades (leia mais AQUI).

O reacionário, no fim, não é patrimônio nacional: é um cidadão do mundo. Seu nome é legião porque são muitos. Pode até ser fraco e viver com medo de tudo. Mas nunca foi inofensivo.

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VAMOS, TODOS JUNTOS, EXIGIR UMA EDUCAÇÃO MELHOR

Posted by Liberdade Aqui! em 14/03/2012

Via Portal da APP-Sindicato

Amanhã é dia de paralisação estadual

Atividade faz parte da greve nacional, convocada pela CNTE, em defesa do Piso, 10% do PIB para educação e carreira

 

Coloque o selo da greve no seu Facebook! Baixe a imagem e substitua a sua foto pelo selo. Vamos mostrar a força dos educadores do Paraná! (clique aqui)

Nesta quinta-feira (15), as escolas da rede pública estadual do Paraná vão parar. Na data, os trabalhadores em educação participarão da mobilização que ocorre em todo o país convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), em defesa da correta aplicação da Lei do Piso, do investimento de 10% do Produto Interno Bruto na educação e na luta por melhorias na carreira dos educadores.

Nacionalmente, a greve dura três dias: 14, 15 e 16 de março. No Paraná, a categoria decidiu paralisar as atividades apenas no dia 15. No dia 14, acontecerão debates nas escolas sobre hora-atividade, saúde e condições de trabalho. No dia 15, além da paralisação em todo o Estado, haverá ainda, em Curitiba, concentração dos educadores a partir das 9h, na Praça Santos Andrade, com caminhada até o Palácio Iguaçu. No dia 16, os educadores farão, em suas próprias escolas, debates e avaliações da mobilização.

Este ano, os educadores da rede pública estadual de ensino já fizeram uma grande mobilização, no dia 9 de fevereiro, quando mais de 90% da rede aderiu à paralisação parcial e discutiu a pauta de reivindicações da categoria. Veja, abaixo, os itens defendidos pelos educadores do Paraná:

:: A implantação de um terço da hora-atividade, como determinado pela Lei do Piso – Desde 1996, a APP encabeça a luta por este direito. Em 2001, após uma greve no ano anterior, foi conquistado o percentual de 10% de hora-atividade, ampliado para 20% em 2003. Em 2008, os educadores de todo o país conquistaram a Lei Nacional do Piso (Lei nº 11.738). Agora, a luta é para implantar este direito no Estado.

:: Implantação do reajuste do Piso Nacional  de 22,22 % na tabela de vencimentos dos professores do Paraná – Em 2011, alcançamos o valor do PSPN no Paraná. Mas a legislação nacional estabelece um reajuste anual do piso, que, para este ano, foi de 22,22 %. E este é o percentual que a categoria reivindica.

:: Adequações na carreira dos funcionários da Educação – A APP participa da comissão que está revendo os planos de carreira dos funcionários e professores. Entre as questões debatidas, está a inclusão da graduação na tabela salarial do agente educacional I e da pós-graduação no de agente educacional II.

:: A criação de um novo serviço de atendimento à saúde dos servidores estaduais – O atendimento atual é muito precário. Trabalhadores querem garantir um novo sistema. Entre as exigências que o novo modelo deverá garantir estão a ampliação do atendimento em todos os municípios e a garantia de atendimento à saúde com assistência médica, hospitalar e laboratorial às várias especialidades.

:: Luta nacional pela destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação pública – Um cuidadoso diagnóstico da situação da educação brasileira durante a Conferência Nacional de Educação (Conae) indicou metas concretas para a real universalização do direito de todos à educação com qualidade, o que requer investimento público da ordem de 10% do PIB nacional.

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