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Folha de São Paulo já começou a campanha a favor dos parceiros tucanos. Produz matéria para atacar Haddad

Posted by Liberdade Aqui! em 19/02/2012

Observe as manchetes dos links (em vermelho) para ver como a Folha de SP vem com todas as suas forças tendenciosas e antijornalística pra cima de Fernando Haddad, dando todas as senhas para os parceiros políticos de sempre atacarem a candidatura do petista. Tem dica pra bancada religiosa, pra bancada da educação, e principalmente para os conservadores que ainda acreditam que SP é a locomotiva do país (como diz o PHA, tá mais pra Maria-fumaça ou ferrorama).

As manchetes:

Kassab apoiará Cerra (com C mesmo) se este for candidato – ah que novidade, mas essa é para os reaças de todas as espécies.

Suplicy alfineta tucanos... – como se todos não soubessem que quando querem tirar casquinha do PT bebem sempre da mesma fonte, o senador petista.

Haddad diz que uso político “do kit gay” estimula a violência. – ´é exatamente isso que a Folha de SP quer, junto com seus parceiros que estão no poder em SP há 20 anos. Por que o jornal faz uma chamada desta, utilizada especialmente pelo mais homofóbico de todos os deputados, Jair Bolsonaro, que inventou este apelido insano. O kit é anti-homofobia (que deveria sim, estar em todas as escolas, para auxiliar no fim desta violência contra os homossexuais, e que ocorre com muito mais frequência em SP), e é onome corrreto a ser chamado – kit anti-homfobia  – se a Folha de São Paulo fosse um jornal sério, mas tem o rabo preso, logo tem que produzir manchetes e mais manchetes negativas a Haddad, para que o pessoal do atraso, os mesmos que compram milhares de assinaturas desse jornal e de outras porcarias mais com o dinheiro do contribuinte, possa utilizar no horário eleitoral.

Tomara que os paulistanos abram os olhos e a mente para não serem enganados novamente pela velha mídia golpista e pela direita mais retrógrada deste país, e acerte o voto… SP não pode mais avançar no atraso.

Da Folha de São Paulo

Falhas do Enem serão vidraça de Fernando Haddad na eleição

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ANTÔNIO GOIS
DO RIO

Um almoço no início de 2009 no gabinete do então ministro da Educação, Fernando Haddad, selou o destino do exame que agora virou uma fonte de dores de cabeça para sua campanha à Prefeitura de São Paulo.

O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) foi criado em 1998, no governo Fernando Henrique Cardoso, com o objetivo de substituir gradualmente os vestibulares.

Kassab diz ao PT que Serra deve disputar eleição com seu apoio
Suplicy alfineta tucanos por causa de prévias do PSDB em SP
Haddad diz que uso eleitoral de ‘kit gay’ estimula violência

Alessandro Shinoda-28.jan.2012/Folhapress
Pré-candidato petista à Prefeitura de SP, Fernando Haddad
Pré-candidato petista à Prefeitura de SP, Fernando Haddad

Mas poucas universidades públicas haviam aderido integralmente a ele em 2009, alegando que ele não selecionava os melhores alunos.

Apesar disso, parte dos reitores cobrava que o MEC centralizasse os vestibulares das instituições. O caminho natural era reformular o Enem.

Haddad ouviu três propostas durante o almoço: acelerar a realização do exame em 2009, adiar a ideia para 2010, ou deixar tudo para 2011, quando um novo governo tomaria posse.

Poucos apostavam que o ministro seguiria no cargo se Dilma Rousseff fosse eleita presidente. Optou-se então pela sugestão do então presidente do Inep, Reynaldo Fernandes, de fazer tudo logo.

Haddad e Fernandes diziam que era preciso tomar uma decisão ousada, sob o risco de a ideia se perder.

Após a garantia do Inep de que tinha condições de garantir a logística necessária para realizar a prova, Haddad pisou no acelerador. Com o ano letivo já iniciado, mudou o conteúdo da prova, mobilizou reitores para aderir ao formato e agilizou a licitação.
Duas empresas disputavam. Haddad e Fernandes davam como certa a vitória da mais experiente, mas, a dois meses da prova, a fundação Cesgranrio desistiu da disputa, alegando falta de tempo para realizar o exame.

O Enem caiu então no colo de um consórcio inexperiente, o Connase. O teste vazou, teve de ser cancelado e reaplicado mais tarde.

A gráfica Plural, parceria do grupo Folha com a Quad Graphics, foi contratada pelo consórcio para imprimir as provas. A Plural diz que o vazamento ocorreu na fase de manuseio da prova, etapa que já não era de sua responsabilidade, mas do consórcio.

Procurado pela Folha para falar sobre o Enem na semana passada, Haddad não quis se manifestar. Em entrevistas anteriores, ele sempre elogiou o exame e criticou o exagero na cobertura de problemas “pontuais”.

Em 2010, provas e cartões de resposta saíram com erro e alguns alunos (0,1%) tiveram de refazer o teste. Em 2011, alunos de um colégio de Fortaleza tiveram acesso antecipado a 14 questões.

Haddad já admitiu em conversas reservadas que seus críticos têm razão ao dizer que o Enem carece de um banco de questões com número suficiente de perguntas para permitir a realização de mais de uma prova por ano.

A realização de duas ou mais provas por ano reduziria a tensão dos estudantes que dependem do Enem para entrar na universidade, oferecendo novas oportunidades de fazer o exame.

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