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Pesquisa da PUC mostra que religiões afro-brasileiras no Rio são vítimas de intolerância

Posted by Liberdade Aqui! em 21/11/2011

Via Portal Nassif

Intolerância atinge religiões afro-brasileiras no Rio, diz pesquisa

Enviado por luisnassif, seg, 21/11/2011 -Por alfeu

Da Agência Brasil

Pesquisa da PUC mostra que religiões afro-brasileiras no Rio são vítimas de intolerância

Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – Pesquisa da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) sobre religiões afro-brasileiras no estado do Rio comprova denúncias de intolerância religiosa. Dados preliminares do Mapeamento das Casas de Religiões de Matriz Africana no Rio de Janeiro, que identificou 847 templos, revelam que 451 – mais da metade – foram vítimas de algum tipo de ação que pode ser classificada como intolerância em razão da crença ou culto.

No estado com a maior proporção de praticantes de religiões afro-brasileiras na população (1,61%), segundo levantamento da Fundação Getulio Vargas com base no Censo 2010, a pesquisa da PUC-Rio identificou templos em 27 dos 92 municípios fluminenses. Embora não represente a totalidade das casas religiosas desse segmento no estado, de acordo com uma das coordenadoras, a professora Denise Fonseca, o mapeamento é o primeiro a tratar de casos de intolerância religiosa.

Encomendada pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), a pesquisa começou em 2008. Em fase de análise, indica que varia o tipo de violência contra os templos. Segundo Denise Fonseca, a maioria dos casos relatados pelos entrevistados são “pequenas sabotagens”, mas também agressões. “Os relatos vão desde carros sendo multados por uma polícia que nunca entra em determinada comunidade nem de dia nem de noite – a não ser em dia de atividades religiosas – até a situação de pai de santo sendo espancado por praticantes de outras religiões”, disse.

Como os dados do mapeamento estão sendo avaliados caso a caso, a professora explica que o perfil dos agressores requer uma “análise cuidadosa”. Mas adianta que os relatos apontam para uma confirmação de estatísticas da Polícia Civil, sendo os praticantes de religiões neopentecostais os principais violentadores do templos de matriz africana. “Não temos provas tangíveis, concretas, mas há um conjunto de indícios que constituem um quadro basta.

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