LIBERDADE AQUI!

Um Espaço de Liberdade de Expressão

“Deixo em tuas mãos o meu povo…”

Posted by Liberdade Aqui! em 24/10/2011

Via Conversa Afiada

Nunca Dantes começou a erradicar a miséria no campo

     

    Começou aí

     

     

    O desafio da Presidenta Dilma de erradicar a miséria parte de uma base animadora.

    O trabalho do Nunca Dantes, que começou a erradicar a miséria com o Bolsa Família e o aumento real do salário mínimo.

    Alem disso, o Nunca  Dantes foi à zona rural, onde a pobreza é mais aguda,  com aquele elemento mágico da atividade econômica (tão escasso no governo Cerra/FHC): o emprego.

    É o que comprova o economista Marcelo Neri, num artigo, este domingo, na Folha (*):

     

    Em várias situações a ficção macroeconômica se mostra adequada para não nos perdemos nos detalhes, mas em outras o Diabo mora nos detalhes omitidos. A renda cresceu mais nas pobres áreas rurais do que nas cidades pequenas, médias ou grandes. Discutimos aqui o trajeto entre a velha pobreza e a nova classe média do campo, seus avanços e percalços, baseado em projeto que fizemos para o Instituto Inter-Americano para Cooperação da Agricultura (Iica).

    De 2003 a 2009, houve forte descolamento do crescimento da renda da Pnad rural e o PIB per capita. No âmbito da Pnad rural vis-à-vis o PIB, a diferença dobra para 25,4 pontos percentuais. No PIB da agropecuária, a diferença é mais expressiva, de 36 pontos percentuais. Isso parece menos associado ao crescimento do agronegócio e mais à expansão de transferências públicas no campo (aposentadoria rural, BPC, Bolsa Família etc.).

    Em 2009, o índice de desigualdade Gini era de 0,489 na área rural, 10,3% inferior ao do conjunto do país. A queda do índice Gini de 2003 a 2009 foi de 8,3%, ante 6,5% na totalidade do país.

    No ganho acumulado de renda por décimos da população rural entre 2003 e 2009, apenas nos 20% mais pobres o rural perde (por pouco) do resto do país, dominando nos demais segmentos. Os maiores crescimentos relativos foram observados no meio da distribuição, com crescimento acumulado de 61,1%.

    Como consequência, a nova classe média atingia 20,6% da população rural em 2003 e concentra 35,4% em 2009 (segundo nossas projeções, chegará à metade da população em 2014). O crescimento acumulado de 71,8%, desde 2003 a 2009, equivale a 3,7 milhões de brasileiros do campo passando a integrar a classe C (9,1 milhões de pessoas em 2009). A proporção de pessoas nesse grupo na área rural equivalia a 55% daquela verificada para a totalidade no país em 2003, chegando a 70% em 2009.

     

    (*)Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

    Anúncios

    Deixe um comentário

    Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

    Logotipo do WordPress.com

    Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

    Imagem do Twitter

    Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

    Foto do Facebook

    Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

    Foto do Google+

    Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

    Conectando a %s

     
    %d blogueiros gostam disto: