LIBERDADE AQUI!

Um Espaço de Liberdade de Expressão

“Ela faz política em todas as respostas.”

Posted by Liberdade Aqui! em 01/03/2011

DO CONVERSA AFIADA

A linguagem da Dilma. Normal. Ela não é o Nunca Dantes!

 

A presidenta faz regime e perdeu 6 quilos

 
Este ansioso blogueiro acompanhou o programa da Ana Maria Braga, antes da omelete.

Considera que foi muito justo retribuir o telefonema que a Ana Maria deu quando a Dilma teve câncer.

É claro que ir à Globo e almoçar com os filhos do Roberto Marinho – eles não têm nome próprio – tem uma dimensão política incontornável.

Por exemplo: a manchete do Globo de hoje é uma fraude: “Habitação perde metade das verbas”.

Menos.

Ler “Miriam não corta Minha Casa nem PAC”.

Mas, aí entra um aspecto da retórica política que a presidenta quer, a cada vez, enfatizar.

E fez isso no programa da Ana Maria, de forma sistemática.

E o programa ajudará a fixar isso.

O povo tem que perceber que o governante é igual a ele – foi o mantra da presidenta.

Ela é avó que deixa o neto fazer o quer, é vaidosa, fala devagar, não exibe um carisma que não tem.

Ela é normal, repete e repete.

E olha para o entrevistador com firmeza, como se estivesse pronta para o que der e vier.

Ela faz política em todas as respostas.

Ela é normal: e 100% política.

Logo, ela não é o Nunca Dantes (a quem trata com carinho).

Ela não é nem pretende ser mais do que normal.

Ela não é um fenômeno como Lula.

O maior presidente do Brasil, ao lado de Vargas.

Dilma quer ser normal.

E diz que aprendeu com o pai a ler e que é preciso haver justiça neste mundo.

E que a pobreza no Brasil tem cara, sexo e origem: é mulher, criança, das regiões norte e nordeste, principalmente.

Lembrou que no Minha Casa (que agora o PiG (*) quer fechar), a titularidade do imóvel é da mulher.

É possível que a presidenta atinja a corda da emoção – indispensável a um bom governante – com essa  “normalidade”, o que significa emocionar com a ajuda da racionalidade.

Em tempo: ela quer ser presidentA ! O PiG (*) que se lixe.

Paulo Henrique Amorim

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

 

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