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Lobão, Zé do Caixão, Mercedes Sosa e a TV Trash

Posted by Liberdade Aqui! em 16/02/2011

Do Direto da Redação

Lobão cresce entre os mais vendidos

Luiz Antonio Mello

Livro de Lobão sobe cinco posições na lista dos mais vendidos

A polêmica autobiografia de Lobão, “50 Anos a Mil” (Nova Fronteira, 2010), subiu do oitavo para o terceiro lugar no ranking dos livros mais vendidos na categoria não-ficção, informa a Livraria da Folha. A obra, que o cantor escreveu em parceria com Julio Tognolli, trata da infância calma no Rio de Janeiro ao Grammy de 2007, passando pelos anos de loucura ao lado de Cazuza e Júlio Barroso.

Com uma linguagem colorida, repleta de gírias e tiradas inteligentes, Lobão narra detalhes sórdidos de sua vida e não poupa comentários ácidos a quem conviveu com ele. Ele não deixa de fora as brigas com as gravadoras, a prisão por porte de drogas e as noites embaladas com os mais diversos entorpecentes. O bom humor também se faz presente no texto, o que torna o livro mais leve e gostoso de ler.

Outro roqueiro que marca presença na lista dos mais vendidos é Keith Richards. “Vida”, sua autobiografia, ocupa a oitava posição.

 

Zé do Caixão será vivido por Matheus Nachtergaele no cinema

Às vésperas de completar 75 anos, no dia 13 de março, José Mojica Marins, o Zé do Caixão está cheio de planos, segundo uma entrevista ao jornal Extra. Sua vida vai virar um filme: Maldito, baseado na biografia dos jornalistas Ivan Finotti e André Barcinski, lançada em 1998.

O ator Matheus Nachtergaele já está escalado para viver o inventor do terror brasileiro no cinema. A direção é do estreante Vitor Mafra, que começa a rodar o longa até o fim do ano. Mojica participou da elaboração do roteiro.

 

Discografia de Mercedes Sosa ganha reedição masterizada

Os 35 discos que a cantora argentina Mercedes Sosa, que morreu em 2009, gravou ao longo de seus 40 anos de carreira serão reeditados com som remasterizado.

A remasterização de seus discos, gravados entre 1975 e 2005, incluirá alguns que não foram originariamente comercializados em formato CD, informou a gravadora Universal. Sosa, a cantora folclórica mais reconhecida e premiada da Argentina, morreu em 2009 aos 74 anos por causa de uma infecção hepática e seus restos foram velados na sede do Parlamento, um luxo só reservado para as máximas figuras políticas do país.

Apelidada “La Negra” e “la voz de América”, a cantora seduziu os máximos referenciais de outros âmbitos da música, como Luciano Pavarotti, Joan Manuel Serrat, Joaquín Sabina, Shakira, Caetano Veloso e Jorge Drexler. Ela obteve três prêmios Grammy Latino, das Nações Unidas e do Governo da França, onde viveu exilada durante a ditadura argentina (1976-1983).

Após sua morte, vários líderes a homenagearam, como a presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, e do Equador, Rafael Correa, e a então chefe de Estado do Chile, Michelle Bachelet.

 

Livro reúne gafes do telejornalismo brasileiro

“TV Trash”, escrito por Antonio Mier, lançado pela Panda Books, é uma coletânea de pérolas do telejornalismo. Segundo a Livraria da Folha, o livro ainda dá o caminho para encontrá-las no YouTube. Na página 64, o autor identifica outro episódio envolvendo Casoy na época em que ele comandava o “Jornal da Record”: “Há quem diga que é o som de um pum. Mas quem prestar bem atenção e não for mal-intencionado vai perceber que é um suspiro no microfone o barulho que Boris Casoy fez entre uma notícia e outra. Pelo visto os assuntos eram tão pesados que o então apresentador do Jornal da Record teve de respirar profundamente. Palavras-chave no YouTube: peido de Boris Casoy.”

Também são relacionados outros casos de vazamento de áudio: “Chifre é coisa que botaram na sua cabeça”, diz William Bonner durante o intervalo do “Jornal Nacional”, cita o livro indicando o nome do vídeo (“Bonner: corno eu?”). O autor também inclui histórias já clássicas da internet, como o dente fujão de Heloísa Helena, os problemas de leitura do teleprompter de Zileide Silva e outros casos na Globo e GloboNews.

Além dos percalços do telejornalismo, “TV Trash” registra, em suas 128 páginas, esquisitices de apresentadores, cantores, políticos, participantes de reality shows, programas femininos, humorísticos, infantis e escorregões na transmissão de canais locais e estrangeiros.

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Sobre o autor deste artigoLuiz Antonio Mello – CulturaJornalista, radialista, produtor musical e escritor. Trabalhou nas rádios Federal, Tupi e Jornal do Brasil. Criou, juntamente com Samuel Wainer Filho, o projeto “Maldita”, na Rádio Fluminense FM. Foi colunista ainda dos jornais O Pasquim, Jornal do Brasil, Opinião, Folha de Niterói e O Estado de S. Paulo. Foi diretor de criação da Tech & Midia Comunicação Integrada, cronista dominical de O Fluminense, editor de cultura da revista Caffè Magazine e cronista do jornal International Magazine.

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